O Google enfrenta críticas após a estreia de sua nova experiência de busca, que destaca resumos gerados por inteligência artificial e relega os tradicionais dez links azuis para posições inferiores. Desde o início da semana, usuários que digitam o termo “disregard” se deparam com um grande espaço em branco e uma resposta de IA sem utilidade prática, enquanto o primeiro link orgânico — para o dicionário Merriam-Webster — só aparece após rolagem.
A mudança entrou em vigor poucos dias antes, quando a empresa passou a exibir resumos automatizados no topo dos resultados. A falha gerou comentários nas redes sociais, onde internautas questionam a pertinência da ferramenta ao procurar significados de palavras específicas.
Em contrapartida, o Bing, mecanismo de busca da Microsoft que adota abordagem mais moderada para seus resumos de IA, apresenta informações relevantes logo de início na mesma pesquisa, segundo verificação feita pela reportagem.
O caso foi relatado pelo jornalista especializado em tecnologia Russell Brandom às 9h16 (horário do Pacífico) desta sexta-feira, 22 de maio de 2026. Ele afirma não se lembrar de outra ocasião em que considerou o resultado do Bing mais útil que o do Google.

Imagem: Internet
Até o momento, o Google não comentou publicamente o problema.
Com informações de TechCrunch





