Pequim, 4 de janeiro de 2026 (domingo) – O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou um comunicado exigindo a libertação “imediata” do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, capturado ontem por forças dos Estados Unidos em Caracas.
Segundo o governo chinês, Maduro passou a noite em um centro de detenção em Nova York, para onde também foi levada sua esposa, Cilia Flores Maduro. Pequim pediu garantia de segurança ao casal durante a custódia norte-americana.
No texto, as autoridades chinesas afirmam que a operação realizada por Washington em território venezuelano “viola o direito internacional”, fere a soberania da Venezuela e contraria o princípio de não intervenção.
Outro comunicado, publicado no sábado (3), já havia mencionado “profundo choque” com a ação norte-americana, que incluiu bombardeios em solo venezuelano. Para a chancelaria chinesa, a iniciativa da Casa Branca representa ameaça à paz e à segurança na América do Sul.

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A China é aliada do governo Maduro e, antes da intervenção dos EUA, comprava cerca de 80% do petróleo produzido pela Venezuela.
Com informações de Valor Investe






