Um levantamento divulgado nesta quinta-feira, 25 de junho de 2026, indica que as empresas brasileiras concentram as maiores disparidades de remuneração quando considerados o sexo dos trabalhadores e o nível de escolaridade.
De acordo com o estudo, mulheres seguem recebendo salários inferiores aos dos homens que ocupam funções semelhantes. A distância salarial também se amplia entre empregados com diferentes graus de formação, refletindo desigualdades estruturais dentro do mercado de trabalho.
Os responsáveis pela pesquisa destacam ainda que ambos os recortes – gênero e escolaridade – afetam diretamente as oportunidades de ascensão profissional e a capacidade de geração de renda, reforçando a necessidade de políticas de equidade nas organizações.
O levantamento foi apresentado em Brasília e reúne dados atualizados sobre remuneração no país, mas os percentuais detalhados das diferenças não foram divulgados no material preliminar.

Imagem: Internet
Com informações de Agência Brasil











