Um levantamento divulgado às 9h49 desta sexta-feira (26 de junho de 2026) revelou que 17% dos policiais militares envolvidos em uma megaoperação interromperam o funcionamento das câmeras corporais durante a ação. O índice levanta preocupação sobre o cumprimento de protocolos de transparência e fiscalização das atividades de segurança pública.
As câmeras corporais são consideradas instrumentos essenciais para registrar abordagens, proteger agentes e garantir a integridade de suspeitos e testemunhas. A prática de desligar os equipamentos compromete a confiabilidade das imagens e dificulta a apuração de eventuais excessos.
O levantamento não detalhou o local da operação nem o número total de policiais mobilizados, mas reforçou a necessidade de adoção de medidas disciplinares e de monitoramento constante para impedir a desativação dos dispositivos.
Autoridades de controle interno da corporação estudam formas de aprimorar a fiscalização, entre elas sistemas de alerta em tempo real, a fim de assegurar que as câmeras permaneçam ativas durante todo o período de serviço.

Imagem: Internet
Com informações de Agência Brasil













