O Grupo Volkswagen estuda um amplo programa de reestruturação que pode resultar na demissão de até 100 mil funcionários em todo o mundo, no fechamento de quatro unidades fabris na Alemanha e na revisão da estrutura da marca principal. A informação foi publicada pela revista alemã Manager Magazin e confirmada pela agência Reuters junto a fontes próximas ao assunto.
Fábricas na lista de encerramento
Segundo as fontes, estão em análise o fim das operações de Hanover, Zwickau e Emden, além da planta da Audi em Neckarsulm. A produção nessas instalações seria encerrada quando os modelos atualmente fabricados concluírem seus ciclos de vida.
Meta: ganho de eficiência e rentabilidade
O plano, conduzido pelo CEO Oliver Blume, busca tornar a companhia mais enxuta diante da pressão de concorrentes chineses, de tarifas em alguns mercados e dos investimentos elevados na transição para veículos elétricos.
Cortes de custos e redução de investimentos
A proposta inclui reduzir em 11 bilhões os custos administrativos até o fim da década, no que seria a maior reestruturação em 89 anos de história do grupo. Também está prevista a diminuição de cerca de 15 % nos aportes programados para os próximos cinco anos, deixando-os pouco acima de 130 bilhões no período.
Emprego global e resistência sindical
No encerramento do primeiro trimestre, o Grupo Volkswagen empregava 657.389 pessoas em todo o mundo, incluídas as joint ventures na China; desse total, 279.698 estavam na Alemanha. O conselho de trabalhadores da empresa e o sindicato IG Metall divulgaram nota conjunta afirmando que resistirão às mudanças que possam afetar empregos e comunidades locais.

Imagem: Internet
O plano ainda não foi detalhado oficialmente pela montadora.
Com informações de car.blog.br










