A Justiça manteve a prisão de Adriana Felisberto Pereira, que foi condenada a 28 anos de reclusão pela morte da ciclista Luísa Lopes, durante uma audiência de custódia realizada na última quarta-feira (12). A sentença foi proferida após Adriana ser detida para iniciar o cumprimento da pena imposta pelo Tribunal do Júri.
No decorrer da audiência, o juiz também solicitou que a unidade prisional informe se possui as condições necessárias para atender às necessidades médicas de Adriana.
Adriana foi condenada na quinta-feira anterior (6), após um julgamento que durou dois dias no Fórum Criminal de Vitória. A pena inclui 26 anos e dez meses por homicídio, além de dois anos de detenção e uma multa de dez dias pelo crime de dirigir embriagada. Seu direito de conduzir veículos foi suspenso.
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A condenação se refere ao atropelamento fatal de Luísa Lopes, de 24 anos, ocorrido em abril de 2022, na Avenida Dante Michelini, em Vitória.
O acidente aconteceu na noite de 15 de abril de 2022, em frente ao Clube dos Oficiais, enquanto Luísa pedalava. De acordo com a polícia, a motorista apresentava sinais de embriaguez e se negou a realizar o teste do bafômetro. Na ocasião, ela foi presa em flagrante, mas liberada após o pagamento de uma fiança de R$ 3 mil.
Os jurados entenderam que Adriana assumiu o risco ao dirigir sob influência de álcool e que demonstrou desdém pela vida humana após o incidente. Além da pena de prisão, ela foi condenada a pagar R$ 500 mil em indenização por danos morais à família da vítima. A defesa de Adriana pode recorrer da decisão.










