O Tribunal do Júri de São Paulo definiu uma nova data para o julgamento dos policiais militares acusados de participação na morte de um ex-integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava como delator da facção.
Os réus respondem pelo assassinato ocorrido após o colaborador fornecer informações às autoridades sobre a organização criminosa. O processo vinha sendo adiado por diferentes motivos processuais e, agora, foi novamente incluído na pauta do tribunal. A remarcação foi divulgada nesta quinta-feira (25), mas o teor completo da decisão, com o dia e o horário do julgamento, ainda não foi detalhado pelo Judiciário.
De acordo com o Ministério Público, os policiais são acusados de executarem a vítima para silenciar o delator. A defesa dos agentes nega envolvimento e sustenta que faltam provas materiais que os vinculem ao crime.
O caso ganhou repercussão nacional por envolver integrantes das forças de segurança e um colaborador que prestava informações sobre a maior facção criminosa do país. A expectativa é de que o novo júri conte com esquema especial de segurança devido à gravidade das acusações.

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Não há previsão de quantos dias o julgamento poderá durar, mas, segundo o tribunal, todas as partes já foram intimadas a comparecer na data remarcada.
Com informações de Agência Brasil













