A pedra fundamental do futuro Museu da Identidade Capixaba (MIC) foi lançada na manhã de ontem (data do evento não informada) no Campus Aeroporto da Escola Americana de Vitória (EAV). O equipamento cultural, previsto para abrir as portas em 2029, nasceu da parceria entre Erika Kunkel, do Instituto Modus Vivendi, e Mariana Buaiz, da EAV.
O ato contou com a presença do governador Ricardo Ferraço, do ex-governador Renato Casagrande, de patrocinadores e convidados. O Grupo Buaiz, representado por Americo Buaiz Filho, financia parte do projeto e cedeu o terreno onde o museu será construído.
Investimento e captação
Orçado em R$ 17 milhões, o MIC já assegurou 70% desse valor por meio de recursos próprios e da Lei Rouanet. A iniciativa também conta com apoio do Governo do Estado e patrocínio das empresas ArcelorMittal Unidade Tubarão, Zurich Airport Brasil, Banestes, Estel, Brametal, EDP, Grupo Águia Branca, Grupo Buaiz, Apex e Grupo Coutinho.
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Obra simbólica
A peça inaugural, intitulada Embate entre o Céu e o Mar, foi criada pelo escultor José Carlos Vilar. Confeccionada em aço corten, a escultura mede três metros de comprimento, 65 centímetros de altura e apenas três milímetros de espessura. Miniaturas foram entregues aos patrocinadores durante a cerimônia.
Próximos passos
Com 30% dos recursos ainda pendentes, os organizadores pretendem concluir a captação até 2029, quando o museu deverá ser inaugurado. Durante o evento, Americo Buaiz Filho brincou que “temos 11, falta um para formar uma seleção completa”, em referência ao grupo de apoiadores já confirmados.

Imagem: Internet
O Museu da Identidade Capixaba pretende retratar desde a origem do lema “Trabalhe e Confie” — inspirado em Santo Inácio de Loyola e presente na bandeira estadual — até a etimologia de expressões como “pocar”, derivada do tupi “pipocar”.
Com informações de Folha Vitória













