O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instituiu, neste sábado, 6 de junho de 2026, um grupo de trabalho encarregado de analisar os chamados “penduricalhos” – gratificações e benefícios extras recebidos pelos magistrados.
A iniciativa foi formalizada durante reunião do colegiado e tem como objetivo avaliar a legalidade e a pertinência desses pagamentos, classificados como adicionais fora da remuneração básica.
De acordo com o CNJ, o grupo deverá mapear todos os tipos de verbas indenizatórias atualmente concedidas e propor eventuais ajustes ou a extinção de benefícios que não se enquadrem nas regras vigentes.
Os integrantes do grupo de trabalho ainda não foram divulgados, assim como o prazo para conclusão dos estudos.

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Com informações de Agência Brasil





