Grupo F pode cruzar caminho do Brasil na segunda fase da Copa de 2026

O desempenho da seleção brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026 — sediada por Canadá, México e Estados Unidos — pode colocá-la diante de um dos integrantes do Grupo F logo no primeiro mata-mata, etapa anterior às oitavas de final. Pelo regulamento, o 1º ou 2º colocado da chave C enfrenta, respectivamente, o 2º ou 1º colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.

Holanda lidera a chave

Cabeça de chave e ainda sem título mundial, a Holanda participa de seu 12º Mundial com nomes de destaque das principais ligas europeias. Entre eles, o zagueiro Virgil Van Dijk e o atacante Cody Gakpo (ambos no Liverpool), o meio-campista Frenkie de Jong (Barcelona) e o lateral Nathan Aké (Manchester City). O ataque também conta com Memphis Depay, do Corinthians, maior artilheiro da história da seleção.

Comandada por Ronald Koeman, zagueiro da equipe nas Copas de 1990 e 1994, a Laranja Mecânica tenta superar a campanha de 2022, quando caiu nas quartas diante da Argentina, futura campeã. Dois anos depois, chegou às semifinais da Eurocopa de 2024.

Japão quer quebrar barreira das oitavas

Os Samurais Azuis disputam sua oitava Copa seguida. Sob o comando de Hajime Moriyasu — técnico que dirigiu a equipe no Catar —, o Japão mira o inédito avanço além das oitavas. Nas eliminatórias e amistosos recentes, os asiáticos venceram seleções como Alemanha, Espanha, Brasil e Inglaterra.

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No elenco, destacam-se o volante Wataru Endo (Liverpool), capitão do time, e o meia-atacante Takefusa Kubo (Real Sociedad). Kaoru Mitoma (Brighton) ficou fora da lista após contusão grave sofrida em maio contra o Wolverhampton, pela Premier League.

Tunísia troca técnico e sonha com fase eliminatória

As Águias de Cartago chegam à sua sétima participação depois de uma campanha tranquila nas Eliminatórias africanas. O objetivo é alcançar pela primeira vez o mata-mata. Após a eliminação nas oitavas da Copa Africana de Nações, a federação tunisiana contratou o francês Sabri Lamouchi em março. O melhor resultado do país em Mundiais é o nono lugar de 1978, na Argentina.

Suécia aposta no ataque após repescagem

A Suécia garantiu vaga apenas na repescagem europeia, superando Ucrânia e Polônia, e retorna à competição depois de ficar fora em 2022. Será a 13ª presença sueca em Copas. O técnico britânico Graham Potter concentra as esperanças no trio ofensivo formado por Viktor Gyökeres (Arsenal), Alexander Isak (Liverpool) e Anthony Elanga (Newcastle).

A definição dos confrontos do mata-mata dependerá da colocação final das seleções nos respectivos grupos.

Com informações de Agência Brasil

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