O presidente da Ybera, Johnathan Alves, avalia que o processo de consumo passa por uma transformação acelerada, impulsionada pelas redes sociais e pelo avanço da inteligência artificial. Segundo ele, companhias que não se adaptarem ao novo cenário correm o risco de perder relevância.
Redes sociais deixam de ser apenas canais de relacionamento
Alves observa que, atualmente, a jornada de compra muitas vezes começa antes mesmo de o consumidor identificar uma necessidade. Conteúdos, recomendações e avaliações publicados em tempo real em plataformas digitais passaram a influenciar diretamente a decisão de compra, fenômeno que reforça o conceito de “economia da atenção”.
Inteligência artificial como novo intermediário
O executivo destaca que assistentes digitais estão evoluindo de ferramentas de busca para verdadeiros consultores de consumo. Em um futuro próximo, esses sistemas poderão comparar opções, selecionar produtos e concluir transações de forma autônoma, obrigando as empresas a garantir que seus produtos sejam compreendidos tanto pelos consumidores quanto pelos algoritmos.
Oportunidades e riscos
Para Alves, companhias capazes de entender essa dinâmica poderão expandir mercados, ganhar escala e criar novas formas de relacionamento com clientes. Já modelos de negócio que permanecerem ancorados em práticas tradicionais tendem a enfrentar dificuldades crescentes.

Imagem: Canva
O presidente da Ybera conclui que a transformação digital avança em ritmo acelerado e exige das organizações rápida adaptação a novos hábitos de consumo.
Com informações de Folha Vitória













