Bolsas maiores são vetadas e esposas de jogadores trocam modelos de luxo na Copa de 2026

As regras de segurança adotadas pela Fifa para a Copa do Mundo de 2026, sediada nos Estados Unidos, impuseram limites rígidos ao tamanho de acessórios levados aos estádios. Com a exigência de bolsas opacas de, no máximo, 11,4 cm de largura por 16,5 cm de altura, modelos clássicos da Hermès, como Birkin e Kelly, ficaram de fora das partidas.

A restrição atingiu em cheio as acompanhantes dos atletas brasileiros, conhecidas por colecionar itens da grife francesa. Entre elas, Gabriely Miranda, esposa do atacante Endrick, alertou sobre a regra ao comentar que apenas “bolsa pequena, carteirinha só” está sendo permitida.

Adaptação dos looks

Diante das medidas, a alternativa encontrada foi a Kelly Mini, única versão da marca que se encaixa nos parâmetros da Fifa. O modelo já apareceu nas arquibancadas com:

  • Duda Fournier, esposa de Lucas Paquetá, que usou a peça em tom azul na estreia do Brasil;
  • Duda Santos, casada com o atacante Rayan, que trocou sua habitual Birkin por uma Kelly menor;
  • Outras influenciadoras que acompanham a Seleção e ajustaram o guarda-roupa às novas dimensões.

Item de alto valor

As bolsas Birkin e Kelly são consideradas símbolos de status e podem ultrapassar R$ 1 milhão, dependendo de edição, material e raridade. Versões mais comuns entre celebridades são negociadas entre R$ 100 mil e R$ 200 mil. Com a proibição dos tamanhos tradicionais, a procura pela Kelly Mini cresceu entre as acompanhantes dos jogadores durante o Mundial.

Com informações de Folha Vitória

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