Cofundador da OpenAI, Andrej Karpathy, passa a integrar equipe de pré-treinamento da Anthropic

São Francisco (EUA) – Andrej Karpathy, pesquisador que ajudou a fundar a OpenAI e chefiou a área de inteligência artificial da Tesla, iniciou nesta semana suas atividades na Anthropic. O anúncio foi feito por ele em 19 de maio, na rede social X.

Na companhia, Karpathy atua no setor de pré-treinamento sob a liderança de Nick Joseph. Essa fase envolve as grandes execuções de treinamento que fornecem ao modelo Claude seus conhecimentos e capacidades centrais, além de ser um dos estágios mais caros e que demandam maior poder computacional.

Novo time de pesquisa

De acordo com um porta-voz da Anthropic, o cientista formará uma equipe dedicada a usar o próprio Claude para acelerar estudos sobre pré-treinamento. A empresa considera que pesquisadores capazes de unir teoria de modelos de linguagem em larga escala à prática de treinamento são cruciais para manter vantagem competitiva diante de rivais como OpenAI e Google.

Trajetória do pesquisador

Karpathy permaneceu na OpenAI até 2017, quando se transferiu para a Tesla e assumiu os programas de Autopilot e Full Self-Driving. Saiu do fabricante de veículos elétricos em 2022, retornou à OpenAI por um ano e, em 2024, deixou a organização novamente para lançar a startup Eureka Labs, voltada à aplicação de assistentes de IA na educação.

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Além da pesquisa, o engenheiro ministra o curso on-line “Neural Networks: Zero to Hero” e mantém um canal no YouTube com aulas sobre redes neurais e modelos de linguagem. Em publicação recente, reforçou que continua “profundamente apaixonado por educação” e pretende retomar iniciativas nesse campo futuramente.

Ref ref ref reforço em segurança

A Anthropic também contratou Chris Rohlf para o frontier red team, responsável por submeter modelos avançados a testes de estresse contra ameaças severas. Com mais de 20 anos no setor de cibersegurança, Rohlf atuou na equipe The Paranoids, do Yahoo, passou seis anos na Meta e foi pesquisador no Center for Security and Emerging Technology da Universidade Georgetown.

“Temos diante de nós uma oportunidade real de melhorar drasticamente a segurança cibernética com IA”, declarou Rohlf em sua conta no X.

Com informações de TechCrunch

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