Gabriel Magalhães afirma estar pronto para encarar o Haiti após ser poupado em treinos

O zagueiro Gabriel Magalhães assegurou nesta sexta-feira (19) que estará em campo às 21h30 (horário de Brasília) para o duelo da seleção brasileira contra o Haiti, pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.

Durante a semana, o defensor do Arsenal foi poupado de parte das atividades no Centro de Treinamento Columbia Park, em Nova Jersey, para controle de carga. Na temporada europeia, ele disputou 53 partidas – 48 como titular – somando 4.360 minutos, média de 82 minutos por jogo.

Para efeito de comparação, seu companheiro de zaga na seleção, Marquinhos, do Paris Saint-Germain, entrou em campo 39 vezes no mesmo período, acumulando 3.238 minutos, média de 83 minutos por partida.

“Estou muito bem fisicamente. Foi uma temporada longa, com muitos jogos, mas me sinto preparado”, declarou Gabriel em entrevista coletiva no Estádio da Filadélfia, palco da partida desta noite.

Meta de não sofrer gols

Diante do Haiti, o Brasil busca voltar a terminar um jogo sem ser vazado – algo que não acontece desde 15 de novembro do ano passado, quando venceu Senegal por 2 a 0, em Londres. Desde então, foram seis confrontos e oito gols sofridos.

“Entramos em campo sempre querendo sair sem levar gols. Se não sofremos, ficamos mais próximos da vitória. Vamos nos defender bem para conquistar esse objetivo”, afirmou o zagueiro.

Possíveis mudanças de Ancelotti

O técnico Carlo Ancelotti admitiu na quinta-feira (18) que pode alterar a equipe em relação ao empate por 1 a 1 com Marrocos, no último sábado (13). Nos treinos, o italiano testou Danilo na lateral direita, posição ocupada por Ibañez na estreia.

Questionado sobre as diferenças entre jogar ao lado de um ou de outro, Gabriel foi diplomático: “O Ibañez é um zagueiro que pode atuar como lateral, e o Danilo um lateral que pode jogar como zagueiro. Os dois ajudam no que o mister precisar; ele é quem decide”.

O defensor também reconheceu que o rendimento brasileiro diante de Marrocos ficou aquém do esperado. “Sabemos que não começamos bem. Somos o Brasil, queremos a bola o tempo todo. Foi um aprendizado, e agora vamos mostrar nossa força”, concluiu.

Com informações de Agência Brasil

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