O ranking Brazil 100 2026, elaborado pela consultoria Brand Finance, calculou em US$ 90,2 bilhões (R$ 458,216 bilhões) o valor agregado das cem marcas mais valiosas do País, alta de 14% em relação ao levantamento anterior. O avanço superou o crescimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, indicando resiliência dos principais nomes corporativos brasileiros.
O setor bancário concentra mais de um terço desse montante, enquanto alimentos, varejo e petróleo & gás respondem juntos por mais de 58% do valor total das marcas avaliadas.
Domínio dos bancos
Pelo décimo ano seguido, o Itaú ocupa o topo do ranking, com valor de marca fixado em US$ 9,9 bilhões (R$ 50,292 bilhões), incremento anual de 15%. Segundo a Brand Finance, a manutenção da liderança se deve ao desempenho financeiro robusto e ao fortalecimento da confiança do mercado.
Completam o grupo das cinco primeiras posições, todas do setor financeiro, Banco do Brasil, Bradesco, Nubank e Caixa. A Petrobras aparece em sexto lugar, mantendo a colocação registrada no relatório anterior.
Movimentações no top 10
A Sadia avançou três posições e agora ocupa a sétima colocação, com valor de US$ 2,9 bilhões (R$ 14,732 bilhões), crescimento de 35% em doze meses. Na sequência estão Localiza, Vale e Vivo, fechando a lista das dez marcas brasileiras mais valiosas.

Imagem: Divulgação
Métrica de força de marca
Além do valor financeiro, a consultoria mensura a força de cada marca — indicador que avalia familiaridade e confiança do consumidor. Nesse critério, a Porto lidera, seguida por Nubank e Sadia.
O estudo da Brand Finance avalia mais de seis mil marcas em todo o mundo e publica mais de cem relatórios anuais. A consultoria define valor de marca como o benefício econômico líquido que seu proprietário obteria ao licenciá-la em mercado aberto, enquanto a força reflete o desempenho em atributos intangíveis diante dos concorrentes.
Com informações de Folha Vitória







