Zipline obtém mais US$ 200 milhões e eleva rodada Série H a US$ 800 milhões

São Francisco (EUA) – A Zipline, startup norte-americana de entregas autônomas por drones, arrecadou mais US$ 200 milhões, complementando a captação anunciada em janeiro e levando sua rodada Série H a US$ 800 milhões.

Em mensagem em vídeo publicada na rede X, o fundador e CEO Keller Cliffton informou que o novo aporte contou com a entrada da gestora de criptoativos Paradigm. Na tranche inicial, já haviam participado Fidelity Management & Research Company, Baillie Gifford, Valor Equity Partners e Tiger Global, avaliação que manteve a empresa em US$ 7,6 bilhões.

Expansão nos Estados Unidos

Os recursos serão destinados a acelerar a chegada da Zipline a pelo menos quatro estados norte-americanos ainda este ano. Houston (Texas), Phoenix (Arizona) e Seattle (Washington) já estão confirmadas como novas praças.

Lançado no ano passado, o serviço de entregas residenciais da empresa superou as projeções internas de volume em janeiro e fevereiro. “Esperamos acelerar ainda mais nos próximos três meses”, disse Cliffton, explicando que usuários têm feito pedidos maiores e em maior frequência. Nos últimos 21 dias, o valor médio por cesta cresceu mais de 20%, o que levou a companhia a planejar o dobro de marcas disponíveis em seu aplicativo nos próximos 30 dias.

Duas plataformas de drones

A operação doméstica utiliza o drone Platform 2 (P2), capaz de transportar até 8 libras (cerca de 3,6 kg) num raio de 10 milhas (16 km). Já o Platform 1 (P1) atende clientes empresariais, governamentais e de saúde em rotas de até 120 milhas (193 km) ida e volta.

O P2 estreou em Pea Ridge (Arkansas) e na região de Dallas-Fort Worth, em parceria com o Walmart e mais de uma dúzia de redes de restaurantes.

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Imagem: Internet

Crescimento global

Fora dos Estados Unidos, a Zipline fechou contrato nacional em Ruanda para lançar o P2 em grandes cidades e abrirá um terceiro centro de distribuição, com o objetivo de atender todos os hospitais e unidades de saúde do país.

Fundada em 2014, a empresa começou distribuindo bolsas de sangue em Ruanda e hoje realiza entregas de alimentos, produtos de varejo, insumos agrícolas e itens médicos em cinco países africanos, diversas cidades norte-americanas e no Japão.

Com informações de TechCrunch

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