A BMW Group encerrou o ano passado com emissões médias de 90,0 gramas de CO₂ por quilômetro em seus veículos vendidos na Europa, resultado inferior ao teto de 92,9 g/km estipulado pela União Europeia, Noruega e Islândia sob o ciclo WLTP. A marca, portanto, cumpriu a meta e afastou o risco de penalidades financeiras.
A redução foi favorecida pelo avanço das vendas de modelos totalmente elétricos e híbridos plug-in. Em 2025, o grupo — que também engloba MINI e Rolls-Royce — comercializou mais de 202 mil veículos elétricos na região. Esses automóveis responderam por 26,3% do total de unidades entregues, número 28,2% superior ao registrado no ano anterior. Somando elétricos e híbridos plug-in, os veículos eletrificados representaram mais de 40% dos emplacamentos nos 29 países considerados.
Demanda crescente puxa produção
O novo SUV elétrico iX3, lançado recentemente com a plataforma Neue Klasse, já está praticamente esgotado na Europa para todo o ano de 2026, segundo a companhia. Para atender à procura, a fábrica de Debrecen, na Hungria, passará a operar em dois turnos antes do previsto.
Além do iX3, a montadora prepara outros lançamentos de alto volume. O sedã elétrico i3 deve iniciar produção no segundo semestre, com impacto total nas vendas a partir de 2027. Também estão programados para 2026 o inédito iX5, a reestilização do i7 e, embora ainda não confirmada oficialmente, a estreia do iX4.

Imagem: Internet
Meta de longo prazo
Globalmente, a BMW estima que veículos totalmente elétricos ultrapassarão 50% das entregas anuais até o fim da década. Em 2025, esse índice estava em 18%. A chegada de futuros modelos Neue Klasse, incluindo as versões de entrada i1 e i2, é apontada como peça-chave para atingir o objetivo.
Com informações de BMWBlog






