A Xiaomi iniciou nesta semana a venda global do 17 Ultra, smartphone que aposta em recursos avançados de câmera, kits fotográficos opcionais e especificações de topo para disputar espaço com os principais aparelhos do ano.
Conjunto de câmeras assinado pela Leica
O modelo traz um bloco traseiro de lentes desenvolvido em parceria com a Leica. O sensor principal é de 1 polegada, tem 50 MP, abertura f/1.67 e permite alternar, por software, entre enquadramentos equivalentes a 23 mm, 28 mm e 35 mm.
A teleobjetiva utiliza um sensor de 200 MP e oferece zoom óptico contínuo de 3,2x a 4,3x, com atalhos na interface para 75 mm, 85 mm, 90 mm e 100 mm. O conjunto inclui ainda uma ultrawide de 50 MP (f/2.2) que também faz macros, além de câmera frontal de 50 MP.
Kits fotográficos opcionais
Dois acessórios foram lançados junto com o aparelho:
- 17 Ultra Photography Kit – capa que se conecta por Bluetooth, traz botão de disparo em dois estágios, botão dedicado a vídeo e recarga por contato.
- 17 Ultra Photography Kit Pro – adiciona um grip conectado via USB-C com bateria de 2.000 mAh, controles físicos para disparo e vídeo, dial personalizável (exposição, ISO, obturador, balanço de branco ou filtros) e encaixe para filtros fotográficos de 67 mm.
Ambos os kits ativam um modo de disparo rápido voltado à fotografia de rua.
Ficha técnica de topo
O 17 Ultra utiliza o processador Snapdragon 8 Gen 5, vem com 16 GB de RAM e opções de 512 GB ou 1 TB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,9 pol tem resolução de 1.200 × 2.608 px, taxa de 120 Hz e pico de brilho de 3.500 nits.

Imagem: Internet
A bateria de 6.000 mAh, baseada em tecnologia silício/carbono-íon, promete até dois dias de uso moderado. O carregamento chega a 90 W (cabos compatíveis com PD 3.0 ou PPS) e 50 W sem fio com o carregador da Xiaomi.
Disponibilidade e preços
Na Europa, o Xiaomi 17 Ultra parte de 1.499 €. O Photography Kit custa 99,99 €, enquanto o Photography Kit Pro sai por 199,99 €.
O aparelho deve enfrentar concorrentes como o futuro Vivo X300 Ultra e o Oppo Find X9, mas a chegada antecipada ao mercado pode favorecer a fabricante chinesa.
Com informações de TechCrunch







