Planet of Lana II entrega clímax empolgante, mas tropeça em metade inicial, diz análise

São Paulo – O jogo Planet of Lana II: Children of the Leaf mantém o estilo 2,5D de quebra-cabeças e plataformas visto no título original, mas demora a engatar, segundo avaliação publicada pelo site norte-americano GameSpot.

Enredo: duas tramas e ritmo irregular

Ambientada dois anos após os acontecimentos do primeiro game, a sequência acompanha Lana e o felino Mui em um mundo onde humanos convivem com os robôs que antes eram hostis. A calmaria é interrompida quando a tribo tecnológica Dijinghala avança do norte, explorando o planeta e liberando um gás tóxico.

Logo no início, um cristal contaminado envenena a irmã adotiva de Lana, forçando a protagonista a buscar três ingredientes para um antídoto. A análise classifica essa missão como um “grande vai-e-volta” pouco envolvente, que ocupa as três primeiras horas de uma campanha de aproximadamente cinco.

Mistério ganha força na segunda metade

Quando o foco se desloca para os segredos da tribo invasora – a origem do gás verde, as escavações de rochas suspeitas e a identidade de um líder mascarado –, a narrativa “acerta golpe após golpe”, descreve o texto. O desfecho inclui um gancho que sugere um possível terceiro jogo.

Todo o enredo é contado em um idioma fictício, recurso que exige do jogador interpretação de gestos e expressões. Apenas a breve recapitulação inicial traz legendas convencionais.

Jogabilidade evolui, mas nem sempre convence

Lana agora pode fazer wall jump, correr e deslizar, aumentando a mobilidade. Os desafios continuam baseados em cooperação com Mui, que alcança passagens estreitas, manipula caixas de energia e controla criaturas. Os quebra-cabeças mais elaborados aparecem somente no trecho final, lamenta a análise.

Planet of Lana II entrega clímax empolgante, mas tropeça em metade inicial, diz análise - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

As seções aquáticas, concentradas no terceiro capítulo, recebem críticas severas: a protagonista nada devagar, o que resulta em mortes frequentes por falta de ar ou ataques de inimigos elétricos.

Visual e trilha sonora ganham elogios

Cada fase exibe paleta de cores, músicas e tipos de desafios próprios, o que, segundo o review, cria “personalidades distintas” para montanhas geladas, florestas tropicais e destroços de naves espaciais. Nos momentos finais, o jogo reutiliza elementos de todas as áreas para testes mais complexos.

Apesar de um começo considerado morno, Planet of Lana II: Children of the Leaf é elogiado pelo mundo vibrante, pela revelação de mistérios e pelo encerramento empolgante, fatores que deixam aberta a expectativa por uma nova sequência.

Com informações de GameSpot

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