A Anthropic, em parceria com a Mozilla, revelou ter localizado 22 vulnerabilidades no navegador Firefox durante um período de duas semanas, utilizando o modelo de linguagem Claude Opus 4.6.
Segundo a companhia, 14 dessas vulnerabilidades foram classificadas como de alta severidade. A maior parte já foi corrigida na versão 148 do Firefox, publicada em fevereiro de 2026. Algumas correções remanescentes devem ser incluídas no próximo lançamento do navegador.
Os testes começaram pelo motor JavaScript do Firefox e depois se estenderam a outras partes do código-fonte. A equipe escolheu o navegador por ser um dos projetos open source mais complexos e, ao mesmo tempo, mais auditados em termos de segurança.
A Anthropic também informou que Claude demonstrou desempenho superior na detecção de falhas em comparação à criação de códigos de exploração. Foram gastos US$ 4.000 em créditos de API na tentativa de desenvolver provas de conceito, mas apenas dois exploits funcionais foram obtidos.

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A iniciativa ilustra o potencial de ferramentas de IA para reforçar a segurança de projetos de código aberto, ainda que possa haver aumento no número de solicitações de alteração sem qualidade adequada.
Com informações de TechCrunch







