São Francisco (EUA) – 27 de janeiro de 2026. A Amazon fechou um acordo que prevê o pagamento de US$ 309,5 milhões a clientes que teriam sido prejudicados por falhas no processo de reembolso de devoluções.
O valor será depositado em um fundo comum não reversível criado para atender os integrantes da ação coletiva aberta em 2023. Segundo documentos judiciais, a soma faz parte de um acerto superior a US$ 1 bilhão, que inclui:
- aproximadamente US$ 570 milhões já devolvidos aos consumidores;
- cerca de US$ 34 milhões em reembolsos ainda pendentes;
- mais de US$ 363 milhões em medidas não monetárias para aprimorar os procedimentos de devolução e reembolso.
A varejista afirmou ter identificado, em revisão interna realizada em 2025, um “pequeno subconjunto” de transações em que o reembolso foi registrado sem que o pagamento fosse concluído ou nas quais não conseguiu confirmar o recebimento do item devolvido, impedindo a restituição. A empresa nega irregularidades, mas iniciou a restituição dos valores em 2025 e concordou em pagar compensações adicionais conforme o acordo.
Em 2025, a companhia já havia concordado em desembolsar US$ 2,5 bilhões para encerrar processo movido pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos Estados Unidos, que a acusava de induzir usuários a assinar o serviço Prime e dificultar o cancelamento.

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O acordo mais recente ainda precisa da aprovação final da Justiça. Caso validado, os clientes elegíveis deverão receber instruções sobre como solicitar os valores restantes.
Com informações de TechCrunch







