Donkey Kong Bananza, lançado em 17 de julho de 2025 para o Nintendo Switch 2, leva a tradicional experiência de plataforma da Nintendo a um território mais barulhento e destrutivo. O novo título coloca o jogador na missão de perseguir Void Kong até o centro da Terra, mas incentiva desvios constantes para explorar passagens inundadas, cavernas secretas e corredores cheios de colecionáveis.
A proposta difere da precisão habitual de séries como Super Mario. Em vez de saltos milimétricos em telhados, o gorila protagonista avança derrubando destroços e abrindo caminhos próprios. A sensação de movimentação — pilar consagrado pela Nintendo desde Shigeru Miyamoto — permanece, mas recebe uma camada de caos que, segundo o estúdio, combina com a natureza “indomável” do personagem.
Destruição como assinatura
Produtor de Bananza, Kenta Motokura explicou que o objetivo do projeto era definir o que um Donkey Kong em 3D deveria ser, destacando forças e novas ações. A equipe concluiu que a destruição era o melhor fio condutor para essa identidade.
Assim, cada fase funciona como um sandbox subterrâneo onde o instinto é “escolher uma direção e começar a esmagar”. Lagos internos, escorregadores naturais e câmaras repletas de itens premiam quem se afasta do objetivo principal e investiga cada fresta do cenário.
Pilar do catálogo de 2025
Incluído na série “Best of 2025” do portal especializado, Donkey Kong Bananza foi destacado como um dos títulos que mais levaram a filosofia de movimento da Nintendo a novos extremos. O jogo reforça também o catálogo do primeiro ano do Switch 2, que tem recebido ports e produções originais destinadas a mostrar o poder do hardware atualizado.

Imagem: Ar Garst Decber
Donkey Kong Bananza está disponível exclusivamente para Nintendo Switch 2.
Com informações de GameSpot






