Durante a apresentação dos últimos resultados financeiros, a Sony informou que o PlayStation 5 alcançou 92,2 milhões de unidades vendidas até 5 de fevereiro. A empresa afirmou que, diante da elevação nos preços de chips de memória, pretende ampliar a receita com “software e serviços de rede” explorando a base instalada do console.
O diretor financeiro Lin Tao reconheceu, em resposta a investidores, a preocupação com a oferta limitada de componentes. Segundo ele, a companhia já garantiu a quantidade mínima de chips necessária para o período de festas deste ano e negocia com diversos fornecedores para assegurar o abastecimento.
“Nosso objetivo é minimizar o impacto do aumento de custos de memória, monetizando a base instalada e impulsionando as receitas de software e serviços de rede”, declarou Tao. O executivo acrescentou que a Sony continuará acompanhando o cenário para reduzir possíveis efeitos sobre a rentabilidade.
Lançado em novembro de 2020, o PS5 se aproxima de seis anos no mercado no próximo fim de ano. Consoles costumam ter ciclos de cinco a sete anos, mas o copresidente Hideaki Nishino já indicou que a empresa busca uma vida útil de cerca de dez anos para o aparelho. Analistas preveem que um eventual PlayStation 6 só chegue depois de 2028.

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Tao também comentou que a estratégia de vendas de hardware pode ser ajustada “com grande flexibilidade”, sugerindo que o PS5 deverá permanecer como foco principal enquanto a Sony intensifica o investimento em conteúdo digital e serviços on-line.
Com informações de GameSpot






