Bowser’s Fury, lançado em 12 de fevereiro de 2021 como conteúdo complementar de Super Mario 3D World para Nintendo Switch, chega hoje ao seu quinto aniversário. O capítulo extra da franquia Mario chamou atenção, desde a estreia, por mesclar a estrutura linear tradicional da série com um mapa aberto e contínuo.
Combinação de formatos
Ambientado em Lake Lapcat, o jogo permite explorar um único cenário sem telas de carregamento ou limites rígidos de fase. Apesar do formato aberto, cada objetivo — os chamados Cat Shines — mantém desafios curtos de plataforma, combate ou quebra-cabeças, baseados na jogabilidade clássica de Mario.
A proposta contrasta com a linearidade de Super Mario 3D World e, ao mesmo tempo, evita a amplitude de Super Mario Odyssey. Assim, Bowser’s Fury serve como ponto intermediário: oferece liberdade de deslocamento enquanto conduz o jogador de volta a metas objetivas e compactas.
Papel de Fury Bowser
O antagonista gigante, Fury Bowser, surge periodicamente para alterar a paisagem, inundar ilhas e criar obstáculos temporários. A ameaça, porém, segue um cronograma previsível, funcionando como mecanismo de ritmo: mantém a exploração em movimento sem recorrer a mapas repletos de ícones ou missões paralelas.
Escala reduzida, foco na movimentação
Todo o território de Lake Lapcat é projetado para que nenhum ponto fique distante. Essa escala contida incentiva a experimentação, mas sempre redireciona o jogador a desafios centrados na precisão de saltos, na leitura do espaço e na fluidez de movimentos — marcas registradas da série desde Super Mario 64.

Imagem: Internet
Marco de transição
Com cerca de seis horas de duração, Bowser’s Fury foi inicialmente divulgado como “bônus”, mas, cinco anos depois, é lembrado como demonstração de como a franquia pode conciliar design linear e exploração livre em títulos futuros.
Com informações de GameSpot






