BMW recorreu a um Série 5 básico para levar 320 de corrida que não cabia no caminhão

Imagens recuperadas pelo BMW Classics, quase meio século depois, revelam uma solução inusitada adotada em 1977: um BMW 518 da primeira geração do Série 5 rebocou um 320 Group 5 preparado exclusivamente para as pistas porque o carro de corrida era largo demais para os transportadores convencionais.

O E21 Group 5, conhecido pelo apelido “Flying Brick”, exibia para-lamas alargados que ultrapassavam as medidas permitidas nos reboques disponíveis. Para resolver o impasse, a equipe de competições engatou o bólido atrás de um Série 5 E12 com volante à direita, equipado com motor M10 carburado de 89 cv. Foi com esse conjunto que o comboio percorreu a rodovia N1, principal rota sul-africana que liga Cidade do Cabo, Bloemfontein, Joanesburgo e Pretória, rumo ao circuito de Kyalami.

Naquele mesmo ano, o artista Roy Lichtenstein transformou um modelo idêntico no terceiro BMW Art Car oficial. Entre os fãs da categoria, porém, a pintura Jägermeister aplicada em 1979 tornou-se a mais popular. Enquanto o Série 3 de rua atingia 141 cv, a versão de corrida entregava 443 cv extraídos de um motor 1.4 turbo que girava a até 9.000 rpm e chegava a 290 km/h.

Quase 50 anos depois, a marca se prepara para aposentar a sétima geração do Série 3. Em 2026, chegam o sucessor G50 a combustão e o elétrico i3 (código NA0), ambos com previsão de variações Touring e pacotes M Performance e M.

Com informações de BMWBlog

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