A BMW oficializou o quinto redesign do logotipo ALPINA, quase um ano após registrar a marca de forma sigilosa. O novo emblema abandona o tradicional escudo, mas preserva os dois símbolos históricos – o corpo de borboleta e o virabrequim – agora em visual mais limpo e minimalista.
A versão divulgada corresponde ao ambiente digital; a peça física poderá exibir pequenas variações. A tipografia, já vista no início de 2026, foi mantida.
Rodas clássicas, desenho renovado
Junto ao emblema, a marca revelou a evolução das rodas de 20 raios, ícone presente há 50 anos nos modelos ALPINA. O desenho conserva a herança visual, mas adota linhas atualizadas.
Primeiros modelos chegam ainda em 2026
O primeiro veículo da era BMW ALPINA, previsto para o fim deste ano, será baseado no Série 7 (código interno G70) e trará couro de alta qualidade como item padrão. Internamente batizado de G72, o sedã deve custar acima de um BMW 7 Series totalmente equipado.
Na sequência, a empresa lançará um SUV de luxo derivado da próxima geração do X7. O projeto, identificado como G69, também deve superar o topo de linha do BMW X7 em preço. Ambas as novidades posicionarão a ALPINA como marca independente voltada a competir diretamente com a Mercedes-Maybach.

Imagem: Internet
Opções elétricas e motores tradicionais
A gama futura poderá incluir versões 100% elétricas, reflexo das exigências ambientais mais rigorosas. Ainda assim, estão confirmados propulsores seis-cilindros em linha e V8 a combustão. Um retorno do V12, porém, é considerado improvável.
Suporte à frota clássica e nova empreitada familiar
Em Buchloe, a histórica ALPINA permanece ativa sob o nome ALPINA Classic, dedicada à manutenção dos cerca de 40 mil veículos já em circulação. Paralelamente, Andreas e Florian Bovensiepen – filhos do fundador Burkard Bovensiepen – criaram a Bovensiepen Automobile GmbH, empresa focada em modelos coachbuilt inéditos, liderados por um cupê desenhado pela Zagato.
Com informações de BMWBlog






