A Plaid, empresa que conecta aplicativos financeiros a contas bancárias para facilitar pagamentos e verificação de dados, realizou uma oferta secundária que permitiu a venda de ações por parte dos funcionários. A transação, confirmada pela companhia na quinta-feira (26), fixou o valor de mercado da empresa em US$ 8 bilhões.
O novo valor representa um crescimento de 31% em relação à avaliação de US$ 6,1 bilhões obtida em abril de 2025, quando a Plaid captou US$ 575 milhões em uma rodada liderada pela Franklin Templeton. Na ocasião, parte dos recursos também foi destinada à recompra de papéis de colaboradores para cobrir impostos decorrentes da conversão de unidades de ações restritas (RSUs).
Apesar do avanço, a fintech segue 40% abaixo do pico de US$ 13,4 bilhões registrado em 2021, período marcado por juros baixos e valorização acelerada no setor de tecnologia financeira.
Operações de liquidez desse tipo tornaram-se mais frequentes entre empresas privadas como estratégia de retenção de talentos. Nesta semana, por exemplo, a Stripe anunciou mecanismo similar que pode levar seus funcionários a negociar ações a uma avaliação de US$ 159 bilhões. Clay, ElevenLabs e Linear também têm adotado iniciativas parecidas.

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Além de ajudar no pagamento de tributos quando as RSUs vencem, essas operações reduzem a pressão sobre a liderança para buscar um IPO antes de a companhia considerar o momento adequado.
Com informações de TechCrunch







