Clint Hocking, veterano da Ubisoft e até então diretor criativo de Assassin’s Creed Codename Hexe, não faz mais parte do estúdio. A informação foi confirmada pela empresa, que agradeceu ao profissional “pela visão, pelas contribuições criativas e pela dedicação ao longo dos anos” e desejou sucesso na próxima etapa de sua carreira.
Apesar da saída, a Ubisoft reforçou que Codename Hexe segue em produção sob responsabilidade de uma “equipe experiente” e promete oferecer “algo distinto” dentro da franquia Assassin’s Creed. O comando criativo do projeto agora está nas mãos de Jean Guesdon, diretor de Assassin’s Creed IV: Black Flag e Assassin’s Creed Origins.
O novo jogo permanece envolto em mistério. Até o momento, foi descrito como “um Assassin’s Creed bem diferente”, centrado em bruxaria e ocultismo e com a possibilidade de o jogador possuir um gato.
Carreira marcada por franquias de peso
Hocking ingressou na Ubisoft em 2001 como designer do primeiro Splinter Cell. Depois, dirigiu Splinter Cell: Chaos Theory e Far Cry 2. Em 2010, saiu do estúdio para trabalhar na LucasArts em projetos nunca anunciados, passando também por Valve e Amazon Game Studios antes de retornar à Ubisoft em 2015, quando assumiu Watch Dogs: Legion. Seu próximo passo profissional ainda não foi revelado.

Imagem: Internet
Reestruturação interna
A saída de Hocking ocorre no momento em que a Ubisoft instala nova liderança para a equipe de Assassin’s Creed no Vantage Studios, subsidiária encarregada de nortear o futuro das séries Assassin’s Creed, Far Cry e Rainbow Six. Nos últimos meses, a companhia realizou cortes de custos, promoveu demissões em massa e cancelou vários projetos. Paralelamente, trabalha em múltiplos novos jogos das franquias Far Cry e Assassin’s Creed, além de “diversas” propriedades intelectuais inéditas.
Com informações de GameSpot






